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O JN da Rede Globo joga sujo contra o PT e o ex-ministro Zé Dirceu para envolvê-lo em todos os escândalos da republica.

Alguém já se perguntou por que o ex-auditor do TCU (Tribunal de Contas da União), Cyonil da Cunha Borges de Faria Júnior  pego na operação  Operação Porto Seguro, da PF se arrependeu e delator todo mundo?  Pois bem, a resposta esta com o MPF

“Ele [Cyonil] é um corrupto que sofreu um duro golpe, porque recebeu um calote do pagamento, não pagaram tudo e ele resolveu denunciar o esquema. Eram R$ 300 mil [o prometido] e ele recebeu R$ 100 mil, e ficou cobrando os outros R$ 200 mil”,

Até o telejornal “Bom Dia Brasil” do dia seguinte (com audiência muito menor do que o Jornal Nacional), na própria Globo, desmentiu o JN, corrigindo alguns erros. Narrou: “Para o Ministério Público Federal, Cyonil só denunciou porque não recebeu todo o valor combinado. A procuradoria também informou que nos e-mails e nas gravações não existem registros da participação do ex-ministro José Dirceu”

 

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PRIVATARIA TUCANA PARTE II

Dossiê feito por Cachoeira denuncia contas de Perillo

Dossiê feito por Cachoeira denuncia contas de PerilloFoto: Divulgação

CONFECCIONADO EM 2006, RELATÓRIO SOBRE CONTAS NO EXTERIOR DO GOVERNADOR DE GOIÁS, QUE CIRCULOU COMO APÓCRIFO, VIROU NOTÍCIA EM 2010 E GEROU INVESTIGAÇÃO A PEDIDO DO PALÁCIO DO PLANALTO; A NOVIDADE É: FOI O BICHEIRO QUE O MONTOU E FEZ CIRCULAR

27 de Abril de 2012 às 06:00

247 – O governador de Goiás, Marconi Perillo, enfrenta problemas por suspeitas de associação com Carlinhos Cachoeira, mas, ironicamente, um dossiê montado pelo bicheiro para prejudicar Perillo complica o tucano. A deputada federal Iris Rezende solicitou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, que o Coaf investigue a existência de contas bancárias do governador do exterior. A deputada certamente conhece o dossiê apócrifo que, em circulação desde 2006, aponta a existência de contas mantidas por Perillo em bancos como o UBS, Citibank, Credit Suisse e Bank of America.

Noticiada em 2010 pelo jornal O Estado de S.Paulo, a existência do dossiê levou o Palácio do Planalto a abrir investigação contra o então senador Marconi Perillo, que negou a existência das contas e disse que as informações do relatório apócrifo eram falsas. No relatório, constavam extratos das supostas contas registradas em nome de uma offshore sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, da qual Perillo seria um dos dirigentes. Um dos papéis anexados ao relatório, com timbre do banco suíço UBS e datado de 2003, diz que o Aztec Group tinha na instituição uma aplicação de 200 milhões de Euros (relembre).

O que se sabe agora é que o tal dossiê foi preparado por um araponga de Cachoeira. Uma fonte a quem o relatório chegou a ser oferecido disse ao 247 que o dossiê foi confeccionado em 2006, na tentativa de favorecer a campanha de Demóstenes Torres ao governo de Goiás. Por ironia do destino, anos depois, o homem que tentou prejudicar Perillo macula a imagem do governador por pretensamente manter relações espúrias com ele.

O blog Quid Novid, do jornalista Mino Pedrosa (ex-assessor de Cachoeira), publicou nesta semana áudios que indicam a entrega de um pacote de dinheiro com R$ 500 mil no Palácio das Esmeraldas, sede do governo goiano, em uma caixa de computador. Perillo negou o recebimento do dinheiro, mas essa história está ficando cada vez pior para ele.

Veja fomentou atividade criminosa, diz deputado

Veja fomentou atividade criminosa, diz deputado

Enviado por luisnassif, seg, 23/04/2012 – 12:10

Da Rede Brasil Atual

Deputado afirma que revista Veja financiou atividades ilegais de Cachoeira

Fernando Ferro, do PT de Pernambuco, quer que os dirigentes da editora Abril sejam chamados para depor na CPMI que vai investigar as ligações do bicheiro com políticos

Por: Raoni Scandiuzzi, Rede Brasil Atual

Deputado afirma que revista Veja financiou atividades ilegais de CachoeiraFernando Ferro questiona a ética jornalística e o denuncismo da revista Veja (Foto: José Cruz/ABr)

São Paulo – Depois de subir à tribuna da Câmara e dizer que a revista Veja é “o próprio crime organizado fazendo jornalismo”, o deputado federal Fernando Ferro (PT-PE) afirmou em entrevista à Rede Brasil Atual que o veículo de comunicação “fomentou, incentivou, financiou esses delinquentes a terem esse tipo de comportamento”, referindo-se à rede ilegal de atuação do contraventor Carlinhos Cachoeira

putado defendeu que os responsáveis pela revista prestem esclarecimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) criada para investigar a rede ilegal de atuação de Cachoeira e que sejam tratados como réus. Escutas feitas durante a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, mostraram conexões entre o grupo do contraventor e o diretor da sucursal de Brasília da publicação semanal, Policarpo Júnior. 

Este mês, Veja divulgou reportagem afirmando que a CPMI é uma “cortina de fumaça” criada pelo PT para desviar o foco do julgamento do mensalão, que será realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A notícia levou Ferro a lamentar que a revista atue desta maneira.

Perguntado se a convocação de representantes do Grupo Abril não afetaria a liberdade de imprensa, Ferro afirmou que as atividades de Veja tem conexão o crime organizado, e não com o jornalismo. Para o parlamentar, o dono da Editora Abril, Roberto Civita, deve ser tratado como réu nessa investigação.

Confira abaixo a íntegra da entrevista com o deputado Fernando Ferro, um dos candidatos a integrar a CPMI do Cachoeira.

Por que levar um órgão de imprensa a uma CPMI?

Caberia ao órgão de imprensa trazer esclarecimentos sobre essa relação, o porquê de tantos telefonemas identificados na investigação da Polícia Federal.

Você falou em requerer a presença de Roberto Civita.

Independentemente de quem seja, o Civita ou não, os responsáveis pela Veja terão de responder sobre isso.

Há uma relação da Veja com essas atividades ilegais?

É uma relação estranha, que tem laços de cumplicidade com esse submundo. Na verdade, isso vem lá de trás, em vários momentos. Essas denúncias espetaculosas da Veja, todas elas estão sendo lastreadas por esse processo de espionagem e arapongagem. Em termos de ética jornalística, isso é muito questionável. A Veja fomentou, incentivou, financiou esses delinquentes a terem esse tipo de comportamento.

Isso poderia colocar em risco a liberdade de imprensa?

Veja tenta formar uma ideia de que nós estaríamos querendo restringir a liberdade de imprensa. Essa é uma medida esperta e calhorda dela de justificar a sua ação criminosa. Eles querem falar em nome de toda a imprensa, mas não é verdade, essa prática, esse estilo, é próprio da Veja. Ou seja, ela praticou ações criminosas e agora quer colocar o conjunto da imprensa no Brasil como vítima. Ela é ré, vai ter que trazer esclarecimentos à CPI.

Há quem defenda esse tipo de jornalismo a qualquer custo.

Essas ações da Veja têm tudo a ver com crime organizado, não com jornalismo.

Por que no Brasil há uma tendência de punir exclusivamente os políticos que estão envolvidos em atividades ilegais, sendo que por diversas ela possui muitos lados?

Há uma ação política e ideológica de incriminar um partido político, ou uma orientação, ou uma corrente política. Na verdade, não há uma preocupação com a informação, estão preocupados em incriminar alguém que está governando o país.

O senhor está falando da Veja, especificamente?

Veja criou a figura do bandido colaborador, que é alguém que atende aos interesses dela, e o qual ela criou um nível de promiscuidade tão grande que você nem sabe quem é mais bandido. Na verdade, os dois são.

Em sua opinião, quem mais deve ser chamado para depôr na CPI?

A partir da investigação da Operação Monte Carlo, você tem os vínculos de articulação criminosa, de envolvimento entre os personagens dessa teia criminosa, então todos eles, tanto agentes públicos quanto privados, deverão ser chamados para prestar esclarecimentos.

Urubúlogo Merval sentencia: presidente Hugo Chávez, da Venezuela vai morrer!

Dr. Merval “mata” Hugo Chávez até a eleição

Dr. Merval Pereira, especialista em exames oncológicos e agouros

Como se não bastasse a propaganda aberta deO Globo – até editorial  –  em favor de Henrique Caprilles Radonski contra Hugo Chávez, o jornal agora vai matar o presidente venezuelano antes da eleição.

Dr. Merval Pereira, citando médicos brasileiros que teriam visto exames de Hugo Chávez, diz que o câncer está se espalhando rapidamente em direção ao fígado.

“A saúde do presidente Hugo Chávez, da Venezuela, pode afetar a eleição presidencial. Os últimos exames, analisados por médicos brasileiros, indicam que o câncer está em processo de metástase, se alastrando em direção ao fígado, deixando pouca margem a uma recuperação.

Como a eleição presidencial se realiza dentro de 8 meses, a 7 de outubro, dificilmente o presidente venezuelano estaria em condições de fazer uma campanha eleitoral que exigirá muito esforço físico, pois a oposição já tem em Henrique Capriles um candidato de união.”

Pode ser, pode não ser.  Não tem nome de ninguém, nem qualquer detalhe de porque e como ser teriam trazido exames de Chávez aqui para o Brasil. Mas que a urubulogia está atingindo as raias do inimaginável, está.

E, que coisa, parece que o Paulo Henrique Amorim tem razão quando fala da “ética” que anda imperando nestas questões de saúde dos políticos que a mídia elegeu como inimigos.

Folha “denuncia” cobertura sobre A Privataria | Brasilianas.Org

Folha “denuncia” cobertura sobre A Privataria | Brasilianas.Org.

Folha “denuncia” cobertura sobre A Privataria

O fato editorial do ano foi o livro “A Privataria Tucana”, lider de vendas de livros em todo o país e, portanto, fato jornalístico dos mais expressivos. Quem é antijornalista: quem não fala sobre o livro ou quem fala? A Folha não apenas nada deu sobre o livro como proibiu seus colunistas de sequer mencioná-lo em suas colunas. Criou um índex e agora pretende estendê-lo a todas as publicações.

Por esquiber

Da Folha de S. Paulo

Revista ligada ao governo critica PSDB e diz que Serra ‘está morto’

DE SÃO PAULO

Em resenha sobre o livro “A Privataria Tucana”, o site da “Revista de História da Biblioteca Nacional” criticou o PSDB e afirmou que o ex-governador José Serra (PSDB) está “aparentemente morto”.

A biblioteca é vinculada ao Ministério da Cultura. Além de ser patrocinada pelo governo e pela Petrobras, a revista tem o nome da presidente Dilma Rousseff e da ministra Ana de Hollanda no seu expediente.

p>O texto foi ao ar no dia 24 de janeiro. As críticas a Serra foram repercutidas nesta quarta pelo jornal “O Globo”.

O livro, escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr., acusa Serra de receber propinas de empresários que participaram das privatizações conduzidas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).

Assinada por um dos repórteres da revista, a resenha diz que o livro joga “uma pá de cal na aura de honestidade de certos tucanos”. Afirma ainda que ele mostra que o “jornalismo está vivo”.

Em nota, a direção do PSDB criticou o texto. “O PSDB, que é o verdadeiro alvo dessa vilania, presa sua história e seus valores. Por isso, continuará combatendo o aparelhamento político-partidário desenfreado do Estado brasileiro e seus efeitos secundários indesejáveis”, diz o presidente da legenda, Sérgio Guerra.

A associação que edita a revista admitiu o erro e pediu desculpas. De acordo com ela, o texto não foi avaliado pelos editores antes de ser publicado.

“O artigo é um posicionamento pessoal do repórter e contraria a linha editorial da revista, que não defende posições político-partidárias”, diz o presidente da Sociedade de Amigos da Biblioteca Nacional, Jean-Louis de Lacerda Soares.

De acordo com ele, a Biblioteca Nacional não tem responsabilidade sobre os textos da revista.

Folha entrou em contato com o Ministério da Cultura, mas ainda não obteve resposta.

Da Revista de História

O jornalismo não morreu

‘Privataria Tucana’ prova que a reportagem de investigação está viva e José Serra, aparentemente, morto

Celso de Castro Barbosa

Engana-se quem imagina morta a reportagem de investigação no Brasil. Embora os jornalões, revistas semanais e emissoras de TV emitam precários sinais vitais do gênero, ele está vivíssimo, como prova A Privataria Tucana, livro do premiado repórter Amaury Ribeiro Jr.

Lançado em dezembro e recebido pela grande imprensa com estridente silêncio, seguido de críticas que tentaram desqualificar a reportagem e o autor, o sucesso do livro, já na terceira edição e no topo das listas dos mais vendidos, não se deve a suposto sentimento antitucano.  Até porque os fatos objetivos relatados não poupam o PT. Não há santos na Privataria.

Com base em documentos oficiais, da CPI do Banestado e outros que o autor conseguiu em cartórios, Amaury torna pública a relação de dirigentes do PSDB e a abertura de contas no exterior de empresas de fachada, responsáveis pelo retorno ao Brasil do dinheiro sujo da corrupção. Dinheiro que voltou, naturalmente, limpo.

Muita gente deve explicações à Justiça que, nesse episódio como em outros envolvendo expressivos representantes da elite brasileira, move-se a passos de tartaruga. Ou simplesmente não se move. Pelo cargo que ocupou na época das tenebrosas transações, as privatizações da era FHC, José Serra, então ministro do Planejamento e depois duas vezes candidato à presidência, prefeito e governador de São Paulo, é quem tem a imagem mais chamuscada, para não dizer estorricada, ao fim da Privataria Tucana.

De origem humilde, o tucano paulista exibe patrimônio incompatível com os rendimentos de um político. Tudo em nome de sua filha, Verônica, que ao lado de Ricardo Sérgio, tesoureiro das campanhas de Serra e Fernando Henrique, emergem como principais parceiros do ex-governador no propinoduto que marcou a venda das empresas de telecomunicação.

Além de jogar uma pá de cal na aura de honestidade de certos tucanos, o livro de Amaury tem ainda o mérito de questionar, involuntariamente, a atuação da grande imprensa no país. Agindo como partido único, onde só é permitida uma única opinião, jornais, revistas e mídia eletrônica defenderam, com unhas e dentes, a privatização. O principal argumento era a vantagem que traria aos consumidores: eficiência e tarifas baixas por causa da concorrência. Passados mais de dez anos, o Brasil cobra tarifas de telefone das mais altas do planeta e as concessionárias são campeãs de reclamação nos Procons.

Não bastasse, ao ignorar o lançamento do livro, a imprensa hegemônica mostra sua face semelhante à dos piratas: um olho tapado, que nada vê, e outro atento à movimentação dos adversários.

Jornalão sai do Armario e assume a defesa dos acusados

Obrigada a falar sobre “A Privataria Tucana”, Folha ataca obra e sai em defesa de acusados

Publicado em 15-Dez-2011

A Folha de S.Paulo muda completamente hoje a forma como vem tratando todas as denúncias de irregularidades e corrupção. Dá, assim, um tratamento inédito a “A Privataria Tucana”, o livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., lançado desde o fim de semana passado e considerado o mais completo levantamento das falcatruas e desvios de dinheiro ocorridos nos anos de privatização tucana (1995-2002).

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José Serra

Especialmente nos casos relacionados a parentes, contra parentes e amigos de José Serra, o presidenciável da oposição duas vezes derrotado na disputa pelo Planalto (2002-2010). O jornalão de Barão de Limeira, além de mudar a forma como trata denúncias desse tipo, questiona a credibilidade e os antecedentes do jornalista Amaury Ribeiro Jr., o que não faz com nenhum outro denunciante dos casos recentes envolvendo ministros do governo federal.

Lembremo-nos, por exemplo, só de casos recentes, como os do ex-ministro do Esporte, Orlando Silva (PC do B), denunciado por um ex-policial investigado e processado, e do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), vítima de uma campanha articulada em sua maior parte por grupos ligados a deputadas e a pessoas a elas ligadas que atuam nos subterrâneos da política de Brasília.

Jornal reconhece que as provas existem e procura desqualificá-las

O Folhão, quando falou disso o fez en passant. Já no caso de Amaury Ribeiro Jr… Ao publicar a matéria sobre “A Privataria Tucana”, hoje, o jornalão dá o espaço de direito aos acusados (para resposta). Mais do que natural. Chega, inclusive, a reproduzir declarações de 2002 de um deles se defendendo, o ex-diretor do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio Oliveira. Ricardo, ligado a José Serra, é apontado no livro como beneficiário de depósito em paraísos fiscais feito pelo empresário Carlos Jereissati quando da privatização das teles.

Ao mesmo tempo em que recorre a declarações de nove anos atrás de Ricardo, como elas e as dos demais acusados não conseguem contestar as provas, o próprio jornal assume a defesa dos acusados. Diz que, de fato, há documentos de que houve depósito de Carlos Jereissati em nome de Ricardo Sérgio, mas que o livro não apresenta prova de que isso tenha a ver com privatização; e confirma que entrou dinheiro na conta de Verônica Serra (filha de José) na sociedade com Verônica Dantas, mas que não há evidências que esses recursos tenham origem ilícita.

Mesmo defendendo-os por conta própria, de forma editorializada, o jornal dá aos acusados, registre-se, o espaço de defesa que costuma negar aos demais. O centro da argumentação da matéria do jornal é a falta de provas. Isto é esgrimido pelo Folhão de forma direta e clara, contrastando com todas as matérias que fez nestes últimos meses, quando jamais usou esse critério da ausência ou não de provas.

Ajuda ao eterno candidato do Folhão à presidência da República

Na prática, com seu material de hoje, o jornal procurou desqualificar o livro e as denúncias. Mais do que isso, desqualificar o jornalista, que não denunciou nada, apenas faz uma reportagem, reconta a história como o próprio jornal avalia. Na realidade, a matéria de hoje da Folha apenas serve de gancho para que o jornal ouvisse e desse espaço ao seu político predileto e eterno candidato a presidente da República, José Serra.

Predileção, aliás, que ela nunca escondeu ou fez questão de esconder. Tanto que o material publicado não é assinado, quer dizer, é o próprio jornal deixando claro que ele, numa posição editorial, assume a defesa de José Serra e cia. Pela própria prática recente e reiterada do PSDB e da própria Folha, a se considerar a postura que adotam diante do assunto – desde que os envolvidos  sejam do governo – as denúncias relacionadas em “A Privataria Tucana” deveriam ser investigadas e os denunciados afastados de suas funções.

Ou os métodos do jornal e do PSDB, de denúncia e linchamento público, só valem para os adversários?

 

Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr